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Dúvidas Frequentes

É correto basear minhas ações a partir de informações retiradas da internet?

A internet é uma ferramenta inafastável e absolutamente útil, pois fonte rápida de informações. Sugere-se sempre a busca em sites profissionais        (pode-se conferir, por exemplo, inscrição em órgão de classe específica, compatível à informação divulgada) e que indiquem a fonte primária das informações possibilitando conferência.

Tratando-se de questões jurídicas, antes da tomada definitiva de decisões, é prudente aconselhar-se com advogado de confiança, expondo o que encontrou. Seu advogado aprofundará o tema no que tange às suas especificidades ou de sua empresa, indicará os caminhos, ponderando êxito e riscos para o melhor resultado.

Como são cobrados os honorários de advogado?

Podemos dividir os honorários em duas espécies: os honorários contratuais e sucumbenciais.

Os contratuais comportam o valor combinado entre advogado e cliente, o que deve ser feito de forma clara e, de preferência, por escrito. Além do valor inicial para promover os interesses do cliente é comum cobrar honorários de êxito nas situações em que se busca benefício econômico.

Os sucumbenciais são os honorários devidos ao advogado que ganhou a causa, pagos pela parte vencida, não tem nenhuma relação com o contrato. Por isso, sempre consulte advogado de confiança que esclareça os pontos positivos e riscos de uma demanda Judicial, incluindo eventual risco de pagar honorários sucumbenciais.

Devo pagar para consultar um advogado, só busco uma informação?

O ato de consulta a um advogado, em verdade, significa a busca de um parecer profissional sobre determinada questão, sua identificação jurídica e a escolha do melhor caminho a ser tomado.

O valor de um parecer varia de acordo com a complexidade da questão, o que será combinado de forma clara e objetiva em uma primeira reunião.  Em casos mais simples, já é possível obter as informações pretendidas num primeiro contato, orientando suas ações de forma responsável.

A Ordem do Advogados do Brasil veda consulta gratuita, enfatizando a valorização da advocacia.

Fui intimado, o que devo fazer?

Por diversos motivos, dentre eles, o medo do judiciário, o receio de gastos extras e o desejo de procrastinar um problema, intimações judiciais são ignoradas.

“Esquecer-se” do problema pode conferir um alívio imediato, entretanto, a depender da situação jurídica pode significar perda de oportunidade processual irreversível, pois os prazos para resposta devem, por lei, ser respeitados.

Jamais ignore uma intimação, busque saber do que se trata com advogado especializado na área e sempre tome decisões informadas e conscientes, isso significa manter as rédeas de sua própria vida.

No judiciário não vale o famoso “deixe a vida me levar”, mas sim “ dormientibus non succurrit jus” (o Direito não socorre aos que dormem).

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